Discursar a respeito das minhas manias, é uma das mais fáceis tarefas; Mania, classificado como hábito estranho, ridículo executado por alguém mais de uma vez, essa é a primeira , essa paranóia de classificar o que todo mundo sabe ou conhece mesmo que vagamente, e essa, acompanha a de ser critica ao que eu falo, e querer não falar ,mas ser testada a isso. A psicose de admirar o que ninguém gosta, como blusinhas de tricô cor rosa claro, e essa vontade de abraçar incessantemente todos os gatos e cães abandonados, se pudesse seria veterinária, mas tenho horror a surto de cachorro. Uma dos mais remotos maus costumes é enjoar das coisas, enjoar de cores, brincos, pessoas, assuntos, e de mim mesma, e aborrecer me mensalmente com o tédio que é ser eu mesma todos os dias. O fato, é que tudo isso me agride ... e me faz suspirar friamente quando queria suar de rir, os campos ao meu redor são tão belos e coloridos que moraria por apenas 1 dia se possível, por que eu gosto é da mudança, da ganância de amar infinitamente é próximo, e do desejo de se renovar.
O oposto disso, é o anseio pelo retorno da carta, do beijo, do afeto, necessito disso longe e perto , nada de modo exagerado ou intenso, a sensação do superficial as vezes é plena, e até boa se você for desconfiada como
sou, daquelas que foi e é traída conscientemente, preciso de alguém que me entenda, e sinta como eu a arte que é ser ator, poeta, pintor e humano, capaz de se desculpar quando o outro erra. A beleza da humildade está no reivindicar a sí próprio para satisfazer o outro. E essa a mania que falta a nós, a do altruísmo, da bondade, de caridade.
Ah meu DEUS ! Ser um ser , repleto de sí, é ser ser .
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