Confesso, tenho pena de quem tem pena, conseqüentemente , pena até de mim, por acreditar que sou melhor de vez em quando, e sorrir quando dá vontade que é sempre o oposto do dever de ser simpático, e por ser a subdona do meu nariz, tentando de modo frágil evoluir humana, social, física e espiritualmente, carregada de dúvidas e contradições, todavia convicta da beleza, honestidade e personalidade de Cristo, o salvador.
Meu caminho reto e com curvas desenhadas, ciente de cada deslize e atenta as linhas enganosas, por que eu gosto do silêncio da tarde, e da chuva da manhã, do perfume do amor, do poema, da flor recebida, do romance antigo, e da música serena. Ah ! ... e o abraço bem forte, a pintura inventada , com aquela risada, cheiro,cor, amor. Tente ser a pena que escreve, sem pena, sem frio , sem dor !
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